Hospital Cardiológico Costantini: 23 anos de evolução e pioneirismo

Uma história regada à superação, pioneirismo e evolução – desta forma foi criado o Hospital Cardiológico Costantini, que comemora 23 anos no próximo dia 26 de maio.  Foi a primeira Central de Dor no Peito do Brasil, criada em 1998, e com certificação concedida pela American Heart Association (AHA – Associação Americana do Coração, em português). Depois disso, foram criados novos espaços e novas frentes de atuação – sempre em busca do melhor para o atendimento de pacientes com doenças cardiológicas. Para o Dr. Costantino Costantini, fundador do hospital, o sentimento hoje é de realização. “Me sinto plenamente feliz em completar mais um ano”.

Sempre fundamentado em três importantes pilares: medicina de excelência, prevenção e pesquisa, o fundador relembra que, desde sua formação, passou por diversas dificuldades, principalmente pela dificuldade em suprir um complexo hospitalar do porte do Hospital Cardiológico Costantini. “Mas, com muito trabalho e esforço, a gente superou e começou a formar pessoas”, comenta Dr. Costantini citando a importância da continuidade em formar novos médicos na instituição.

Em 2000, de forma pioneira, foi realizado o primeiro Simpósio Internacional de Cardiologia Intervencionista (CardioInterv), com em média 300 cardiologistas participando de todos os lugares do mundo. O evento acontece anualmente até hoje e é referência nacional e internacional. O programa de residência médica, criado em 2004, formou mais de 50 médicos cardiologistas com uma taxa de mais de 90% de aprovação na prova de obtenção de Título de Especialista em Cardiologia (TEC-SBC) e é um dos principais na área da cardiologia nacional. 

Esse sonho vivido pelo médico cardiologista começou ainda durante a sua formação cardiológica e foi efetivado depois de sua residência no Hospital de Clínicas, em São Paulo, com o professor Dr. Luiz Venére Décourt (in memoriam). “Quando terminamos o curso, ele me disse: Costantino, lembre-se que na vida você tem a obrigação de, sempre que possível, continuar ensinando, atendendo, sempre na norma ética, e não se esquecendo da pesquisa”, enfatiza.

Desta forma, com o hospital já criado em 1998, ele foi atrás de um outro sonho: oferecer atendimento de qualidade a todos, independentemente das adversidades. Assim, de forma incansável, em 2003, foi criada a Fundação Francisco Constantini, que levava o nome de seu pai, com atendimento ambulatorial gratuito às pessoas carentes.

Dr. Costantini, que em 1979 realizou a primeira angioplastia coronária da América Latina, revolucionando a cardiologia intervencionista, hoje aos 75 anos, olha para toda a sua história como cardiologista e tem uma certeza: “Me sinto realizado. Temos 23 anos, estamos em pé, esperamos continuar, mesmo com todos os esforços e dificuldades”.

Ele ainda garante que hoje o hospital conta com o que há de melhor em equipamentos de diagnóstico e tratamento, além de pessoas comprometidas e experientes, que se identificam com a instituição. “Sou feliz por ter pessoas ao meu lado que me acompanham, em momentos bons e ruins. São pessoas que dão suporte ao hospital, em diversas áreas”, agradece.

Como cardiologista, o Dr. Costantini não poderia deixar de dar um pequeno, mas muito valioso conselho: “Sem atividade física, ninguém tem qualidade de vida. Se você quer envelhecer com qualidade de vida, pratique atividade física e aeróbica todos os dias”, finaliza.